terça-feira, 19 de julho de 2011

Férias - tempo de contemplação - [II]


(...) Foi uma impressão tão forte e nova que tive o impulso imediato de dobrar os joelhos, para adorar, louvar e glorificar a Deus. Senti a necessidade de fazer isso, como se esta fosse agora a minha vocação. E, como se os meus olhos se abrissem, compreendi, como nunca antes, quem é aquele que escolhemos como ideal, ou melhor, aquele que nos escolheu.(...)

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